Transar quando não se está super a fim, vale a pena? Segundo a jornalista Tara Parker-Pope
(dona de uma coluna no New York Times) vale sim, senhora! Ela publicou
no ano passado “Felizes para Sempre – a ciência de um casamento
perfeito!” (editora Universo dos Livros) em que apresenta estudos
científicos recentes sobre relacionamentos. Tara é separada e se baseou
também no fracasso de seu casamento…
Claro que a proposta dela não é transar quando se está NADA a fim,
passando mal, ou muito-muito cansada. O sexo, segundo ela, seria capaz
de reaproximar casais em crise. Ironicamente o que
acontece é justamente o contrário, o sexo, geralmente, é o primeiro
“item” cortado quando os dois começam a se desentender. A recomendação dela é que os casais façam sexo com frequência, mesmo quando não estão lá muito dispostos, mesmo quando estão “meio de mal”.
O sexo libera o hormônio ocitocina que é responsável por aumentar a ligação afetiva entre as pessoas.
Para se ter uma ideia, a maior liberação de ocitocina acontece na hora
do parto, para garantir que a mãe se apaixone pelo seu filho e queira
protegê-lo. Orgasmo também libera ocitocina, mesmo um abraço apertado ou ficar um tempo olhando para o rosto da pessoa amada também faz este hormônio aumentar.
Para a autora, transando o casal se aproximaria mais e,
posteriormente, até conseguiria conversar melhor sobre os problemas.
Portanto, para “crises leves”, a pedida é aumentar a dose de sexo. Já crises maiores demandam também (inevitavelmente) muita conversa, né?
O que acham – vale a pena transar quando não se está com vontade?
O sexo realmente pode resolver crises? Ou ele apenas “mascara” a resolução dos problemas?
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