quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Sonhos eróticos nem sempre têm relação com sexo; veja significados

Muitos sonhos podem ter simbologia erótica, mas não um significado sexual, segundo especialista
Muitos sonhos podem ter simbologia erótica, mas não um significado sexual, segundo especialista
Eles podem ser prazerosos ou assustadores, dependendo de quem divide a cama com você. Diferentemente do que a maioria das pessoas pensa, os sonhos eróticos não significam, necessariamente, um desejo sexual subconsciente.
Para o antropólogo Darrell Champlin, autor de "O Portal dos Sonhos – A Fantástica Viagem da Mente Além do Limiar do Sono" (Ed. Publisher), muitos sonhos podem ter simbologia erótica, mas não um significado sexual. "Mesmo se houver sexualidade envolvida, eles simbolizam outras áreas da vida", afirma. "Inquietações são parte do conteúdo dos sonhos, pois elas podem trazer algum tipo de revelação sobre como lidar com um problema específico que estamos tendo", diz.

Segundo a psicanalista Maria Gertrudes Bim, docente na Sociedade Paulista de Psicanálise, os sonhos trazem aquilo que você viveu no passado, mas não soube lidar. Para ela, sonhos eróticos podem ser a manifestação de um desejo de carinho que você gostaria de ter tido com seus pais na infância, por exemplo.
A interpretação dos sonhos depende do momento que a pessoa vive, de acordo com Leila Cohn, psicoterapeuta e diretora do Centro de Psicologia Formativa do Brasil, no Rio de Janeiro. O grupo analisa experiências subjetivas e seus significados. "O sonho erótico pode manifestar tanto um desejo quanto um temor", afirma Leila.
O método utilizado por ela para compreender esses significados é fazer com que a pessoa imite as posturas das personagens com quem ela contracenou no sonho. "Quando uma pessoa assume a postura corporal de uma figura do sonho, entra em contato com o universo emocional e cognitivo daquela personagem, que é um aspecto dela mesma. Assim, o real tema do sonho se revela", afirma.
Não há fórmulas para decifrar os sonhos, mas muitas das interpretações que damos a eles são inadequadas. UOL Comportamento conversou com especialistas para entender os possíveis significados dos sonhos eróticos mais comuns.

Com "ex"

Sonhar que você teve uma noite de sexo com o "ex" ou a "ex" não é certeza de saudade ou desejo por essa pessoa. Para Arlete Gavranic, terapeuta sexual e coordenadora do curso de pós-graduação em Educação e Terapia Sexual do Isexp (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática), você pode não desejá-la, mas sentir falta de alguma característica dela. Segundo Leila Cohn, o tema do sonho não é o "ex", mas o sentimento provocado por ele.

Com o chefe

Sonhar com o chefe pode mostrar como você lida com a autoridade, revelar seu desejo pelo cargo que ele ocupa ou demonstrar carência, projetada em alguém que você admira (que, por acaso, é ele). Para Arlete, pensar que você pode ter se apaixonado só porque teve um sonho erótico é um erro. Você pode querer alguém atencioso e educado e, ao se deparar com um chefe assim, sonha com ele.

Com colega de trabalho

É possível que você esteja unindo sua carência à afinidade com o colega de trabalho. "Criamos intimidade com nossos colegas. Se essa relação é carinhosa, pode acabar associada ao desejo sexual", diz. Para ela, é preciso refletir se a pessoa realmente te atrai ou se é apenas a cordialidade que te encanta.

Com alguém do mesmo sexo

Ter um sonho erótico com alguém do mesmo sexo, sendo que você não tem essa prática na vida real, não é sinônimo de desejo homossexual. Para Champlin, pode ser sinal de que a pessoa está vivendo um conflito profundo, representado nos sonhos pela sexualidade. "Se você não for homossexual, analise o que está fazendo no cotidiano para te deixar aflito, seja no trabalho ou no amor", diz ele.

Com um desconhecido

Sonhar que está tendo relações sexuais com um desconhecido pode ser sinal de que você está em busca de algo novo, segundo Arlete. "O sonho pode ser um questionamento do seu potencial de viver coisas novas e correr riscos, até mesmo profissionais", afirma.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Manual de etiqueta sexual

Os tempos mudaram, e os micos na cama também. Saiba como sair com classe de uma saia justa e aproveitar o melhor do sexo - sem comprometer o prazer (o seu e o dele)

 

Saiba como sair com classe de uma saia justa e aproveitar o melhor do sexo - sem comprometer o prazer
Foto: Getty Images

Cada vez mais as mulheres têm amigos homens. Cada vez mais passamos a maior parte do nosso tempo no trabalho. Cada vez mais usamos a internet para paquerar. Cada vez mais lembrar no meio do amasso que você está usando uma calcinha bege ou gigante (porque bege e gigante mulher deNOVA não usa jamais!) deixou de ser o maior pesadelo. O que faz com que a gente se sinta uma Bridget Jones versão 2013 é sucumbir ao tanquinho daquele amigo só por diversão e acabar apaixonada por ele... É transar com o gatinho do escritório e descobrir que o cafajeste achou você tão incrível que teve que compartilhar suas habilidades sexuais com todo o departamento... Novos tempos, novas saias justas. Se você nunca passou por uma situação constrangedora, acredite, ainda vai. Leia nosso manual de etiqueta sexualmoderno e veja como lidar com cada um desses micos. Você vai mostrar que tem classe até quando tira a roupa.


Você transou com um colega de trabalho...

...E tem que olhar para o cara no dia seguinte.
Apesar de a noite ter sido incrível, bateu aquela ressaca moral. "Já que não adianta pedir demissão, cumprimente-o como se nada tivesse acontecido. Mostre que é uma mulher segura e que sabe separar as coisas", diz a sexóloga Jussania Oliveira, da World Association for Sexology. Agora, se o cara de pau ignorar você, nem pense em tirar satisfação - onde se ganha o pão até se come a carne, mas não se lava roupa suja! Mas dá para quebrar o clima antes mesmo de esbarrar no paquera no corredor: quando ainda estiverem na cama, diga em tom de brincadeira que será estranho encontrá-lo todo lindo e engravatado no escritório no dia seguinte...
...E ele contou para o resto da equipe.
E agora todos sabem o que vocês aprontaram. Quer saber? O melhor é assumir o que rolou e ficar na sua. Fora que o mico será um bom exercíciode jogo de cintura, pois você terá que driblar as fofocas, segurar a autoestima lá em cima, repensar suas escolhas e ainda conviver com aquele sacana - que deverá ficar no seu freezer para sempre.

Você transou pela primeira vez com o peguete...

...E não sabe se deve cuspir ou engolir.
Quem nunca ficou na dúvida? Ok, todo mundo sabe que os caras curtem quando você faz o serviço completo no sexo oral. Mas, se não estiver a fim, não é obrigada. Há mulheres que não se importam e mandam ver. Mas, se o welcome drink não faz parte do seu cardápio, seja sincera. "Hoje eu acordei `light¿ e vou dispensar ali na pia, ok?" Se o clima esquentar em lugares nada práticos, como no carro ou no cinema, dá para passar o lencinho pela boca de forma provocante.
...E o cara brochou.
Fim de ano, muito trabalho na cabeça dele e você lá, linda, esperando pelo melhor sexo da sua vida... É muita pressão para um pobre homem. Fora que ele também pode ter exagerado nos drinques, estar com sono, excitado demais... "O segredo é levar na esportiva", diz a psicoterapeuta Cecília Zylberstajn, da PUC de São Paulo. Além de encarar a brochada como algo normal, você pode fazer dela a promessa de um novo encontro. Agora, se o cara não valer a pena, ótimo que ele tenha mandado mal - assim, você economiza energia.

Você transou com um amigo...

...E pintou um mal-estar depois.
Vocês se conhecem há anos e, de repente, acabaram na cama - e não foi pra assistir a um episódio de Homeland. E agora? Não coloque a culpa nele, e muito menos na carência (chame a caipirinha como quiser...) que levou à transa. Pense assim: vocês são adultos, tentaram se conhecer melhor e são responsáveis pelo que aconteceu. Ponto final. Para dar a volta por cima sem machucar a amizade, tenha leveza para fazer piadinhas sobre a situação e quebrar o gelo. Ele também pode não saber como reagir, mas, se você se mostrar tranquila e segura, ele acabará entrando no clima.
...E, droga, você se apaixonou por ele.
Aqui não tem muita negociação: vocês precisam conversar. Puxe assunto para saber o que o gato está sentindo por você. Vai que ele também está confuso... Seja sincera e coloque as cartas na mesa, sem joguinhos. Agora, se ele continuar enxergando você apenas como amiga, tire seu time desse campo e volte ao da amizade. Caso contrário, partir para um jogo deconquista com alguém que você já conhece pode ser bem interessante...

Você fez sexo virtual

...E alguém entrou no quarto na hora H.
Isso que dá não trancar a porta! Mas, paciência, agora já foi. O melhor a fazer é mostrar que levou um susto com a entrada repentina e puxar um assunto qualquer para distrair. Aliás, quando estiver numa situação como essa, tenha sempre uma estratégia de fuga, como o dedo engatilhado no mouse para trocar de página rapidinho, ok?
...E o cara colocou suas fotos íntimas na internet.
Por mais constrangedora que seja a situação, dá para sair dessa cilada. Independentemente do motivo que o levou a jogar tão baixo, você precisa diminuir o estrago. E a primeira coisa a fazer é um damage control interno, admitindo que escolheu o cara errado para dividir sua intimidade - e que, sim, precisa ser mais cuidadosa. Quando se recuperar do baque, tente conversar com o sujeito para expor a gravidade da situação - isso, claro, logo antes de bloqueá-lo de todos os meios de comunicação possíveis! Se uma conversa franca não adiantar, cabe consultar um advogado e abrir um processo contra o cara.

Veja sugestões de livros eróticos por gente que gosta do assunto!

A literatura erótica está na moda, mas não é de hoje. Alguns clássicos da literatura mundia, como Lolita, do russo Vladimir Nabokov, foi publicado em 1955 e até hoje é um dos preferidos de quem curte uma história mais apimentada.





Técnicas para esquentar ainda mais sua cama

Com os movimentos certeiros e as técnicas de respiração e massagem a seguir, suas noites sob os lençóis nunca mais serão as mesmas

 

Cama em chamas
Cama em chamas
Foto: Reprodução revista Women`s Health
Pode acontecer com qualquer uma: depois de certo tempo, o sexo entra no piloto automático e, antes que você e seu amor se deem conta, a relação fica mais sem graça do que pão amanhecido. Mas, acredite, é possível fazer seu quarto entrar em ebulição novamente. Você não vai precisar ser malabarista, muito menos comprar um kit com brinquedinhos da sex shop – a não ser que curta, é claro. “Pequenas mudanças já serão suficientes”, diz a inglesa Lori Boul, psicóloga e autora de DIY Sex and Relationship Therapy (inédito no Brasil). “Assim, a situação entre vocês é alterada sem a ansiedade de um salto grande.” Precisa de um pouco de inspiração erótica?

APERTE O CINTO
Em resumo, o orgasmo é um acúmulo de tensão que se libera em uma deliciosa onda de prazer. Quanto maior a tensão, mais intensos serão os seus gemidos. Interessada? Fortaleça sua musculatura pélvica e contraia a vagina durante a transa. “Um bom exercício para fortalecer a região vaginal é segurar e soltar o xixi quando for ao banheiro”, explica Elaine. Ao se conscientizar sobre o funcionamento dessa musculatura, poderá exercitá-la a qualquer momento. Mas a especialista alerta: “Pode demorar até conseguir esse controle. Por isso, tenha paciência”.

Coloque em prática: contraia a região pélvica quando estiver se aproximando do orgasmo. “Normalmente é o cérebro que desencadeia a excitação para o corpo, mas, nesse caso, seu corpo é quem estará mandando uma mensagem para o cérebro, fazendo com que o prazer seja amplificado”, explica Emily Nagoski, autora de The Good in Bed Guide to Female Orgasms (inédito no Brasil). Prepare-se para experimentar uma satisfação sexual cada vez maior.

FOQUE NO ATO
Nós, mulheres, só atingimos o clímax se deixarmos de lado as preocupações. Um estudo realizado pela Universidade de Groningen, nos Países Baixos, confirmou que a parte do cérebro feminino ligada às emoções precisa ser desligada para que o orgasmo aconteça. Para esvaziar a cabeça, atente ao que acontece sob os lençóis e em como se sente com cada toque do parceiro. Uma maneira de facilitar essa tarefa é praticar a meditação orgástica (OM), uma combinação entre o aumento da atenção nas carícias que seu corpo está experimentando e o poder de deixar de lado sua lista de afazeres.

Coloque em prática: “Foque por 15 minutos na sensação da carícia do parceiro no seu clitóris”, diz a americana Nicole Daedone, criadora da OM e autora de Slow Sex: The Art and Craft of the Female Orgasm (inédito no Brasil). Use esse princípio em todo toque sensual que receber. Em vez de viajar nos problemas que passam pela mente, sinta o que ocorre à sua frente – e só parta para os finalmentes quando for impossível resistir ao desejo.

RESPIRE
O simples fato de inspirar e expirar em sintonia com seu parceiro vai aumentar a intimidade entre vocês. “Durante o ato sexual, é importante que a inspiração seja profunda e a expiração, solta e relaxada”, explica Elaine Lilli, terapeuta psicocorporal e professora de ioga, de São Paulo. Isso intensifica a excitação.

Coloque em prática: durante as preliminares, peça a ele que respire dez vezes junto com você. Depois, alterne a ordem: enquanto você inspira, ele expira, e vice-versa. Façam isso durante 3 minutos. Essa sincronia fará com que o clima e o tesão aumentem na hora! Siga um dos padrões (respirar junto ou de forma alternada) também durante o rala e rola. Acha que esse hábito pode cortar o clima na transa? Saiba que a respiração profunda é uma das bases do sexo tântrico. “Junto da expiração lenta, ela renova a energia do corpo, alivia o cansaço e exercita os músculos pélvicos”, explica Lu Riva, personal sex trainer, de São Paulo.

Violência Psicológica: Palavras que machucam

Não é preciso levar um tapa para estar em uma relação violenta. Um cara pode espancar a autoestima de uma mulher só com o que ele diz.

 

Não é preciso levar um tapa para estar em uma relação violenta. Um cara pode espancar a autoestima de uma mulher só com o que ele diz.
Foto: Thinkstock

  
"Tudo era lindo e incrível. A gente vivia na balada", lembra a fiscal de operações Paula F, 29 anos, sobre os três anos e meio em que namorou antes de se casar. Mas depois de dois anos de casamento, a harmonia deu lugar a um ciúme injustificável por parte do marido. "Ele ia aos happy hours da empresa dele e voltava de madrugada. Quando era a minha vez, ele me ligava à meia-noite em ponto e gritava: `Onde você está? Não é hora de mulher casada ficar na rua!." Se eles saíssem juntos, a situação não era melhor. "Em churrasco de amigos, ele falava: ‘Para de dançar agora. Você está fazendo papelão, está ridícula’."
As cobranças e insinuações negativas sobre seu comportamento provocaram tanta ansiedade que Paula engordou 23 quilos nos quatros anos de casamento - foi de 63 kg para 86 kg. "Eu só comia. De desespero. Não sabia o que fazer e descontava na comida", conta. Para o marido, o novo peso dela virou mais um motivo para ofendê-la. "Se visse uma chamada no meu celular de um número estranho, dizia: ‘Você é uma gorda, uma vagabunda’", lembra Paula, que só pôs um ponto final na situação em janeiro, quando eles se separaram.
Casos de violência psicológica - que era o que Paula sofria do marido - geralmente começam de um jeito bem disfarçado. A princípio, o ciúme doentio pode ser confundido com cuidado, e a humilhação pode soar como brincadeirinha. Aos poucos, a vítima vai ficando isolada (dos amigos, da família) e com a autoestima baixíssima, o que torna mais difícil uma reação. "Eu realmente passei a me achar um lixo, uma 'balofa', como ele gostava de me chamar", diz Paula. "Não contava pra ninguém porque tinha vergonha. Fazia de tudo para o casamento dar certo. Poxa, eu finalmente tinha marido, casa, carro, tudo que era meu sonho."


FALSA PROTEÇÃO

Parece até coisa de outra época, mas o receio de assumir que o casamento ou o namoro não está funcionando ainda é um motivo que leva mulheres a se submeter à violência. "Para algumas delas, não ter um parceiro representa um fracasso. Em nome disso, qualquer coisa vale", diz a psicanalista Carolina Scheuer, que está acostumada a receber em seu consultório pacientes que sofrem do problema. "Mesmo extremamente infelizes na relação, elas têm a sensação de amparo."
"Protegida", embora apavorada, é como a assistente financeira Maria*, 28, se sente em relação ao ciúme do namorado - que já grampeou o telefone da casa onde ela mora com os pais e instalou um rastreador de informações em seu computador. Apesar de tudo isso, eles estão prestes a se casar, após três anos de namoro. "Não sei por que insisto. Acho que é para não ficar sozinha", diz. "Não teria mais ânimo para conquistar ninguém. Sabe aquele ‘tá ruim, mas tá bom’?"
Uma mulher que embarca numa relação assim geralmente já está com a autoestima baixa antes de o namoro começar. E o que acontece em seguida só piora a situação. É por isso que virar o jogo exige muito esforço. "Depende da vontade dos dois em melhorar e do grau de violência e humilhação envolvido", diz Carolina. "Quanto mais intenso for, menor a chance de mudança."
As tentativas da publicitária Joana*, 27, por exemplo, não deram resultado. A gota d’água foi quando o namorado reclamou - durante uma transa - que ela estava com muita celulite no bumbum. "Pensei: `Não posso ter tão pouco amor próprio a ponto de achar isso normal’", diz. Os comentários maldosos sobre o seu corpo eram frequentes. Quando ela usava biquíni, ele imitava barulho de pneu para insinuar que ela estava acima do peso.
Para o namorado, era uma "brincadeira" - mas estava longe disso. "Diversão é algo para ser vivenciado junto com o outro, e não por meio da desqualificação", explica Adelma Pimentel, professora de psicologia da Universidade Federal do Pará - e autora do livro Violência Psicológica nas Relações Conjugais. Junto com o desrespeito, o domínio também é uma marca da violência psicológica. "Quando tudo o que a pessoa faz é ruim na opinião do outro, há desrespeito", diz Carolina. "Já o domínio se expressa principalmente nas orientações de conduta. Como quando o homem diz: ‘Essa roupa é para vagabundas’."

CONTROLE TOTAL

Outra forma comum de domínio é fazer com que a namorada se afaste dos amigos - e perca seus referenciais afetivos. Foi o que aconteceu no primeiro namoro da estudante de design Joyce B, 23. "Ele queria que eu vivesse só com ele. Até minhas amigas lésbicas eram uma ameaça!", diz.
No começo, Joyce achava o ciúme do namorado "bonitinho". "Pensava: `Ele me ama’." Mas a situação chegou a um ponto em que, durante as viagens à praia com os amigos (dele, claro), o cara a obrigava a vestir as bermudas e camisetas dele, em vez de seus shorts e vestidos. "Até que passou a ameaçar ‘fazer uma besteira’ se eu terminasse. Quando percebi, não tinha mais para quem pedir ajuda."
Como ela rompeu o ciclo? Admitindo aquele velho ditado: "Antes só que mal acompanhada". "Dá para sobreviver em uma situação assim. Mas uma coisa é sobreviver, e outra é ter uma vida de verdade", define, com perfeição, Carolina Scheuer.
   
   

SINAIS DE ALERTA

  
Um cara está cometendo violência psicológica contra a namorada quando...
   
//...quer determinar o jeito como ela se veste, pensa, come e usa as redes sociais.
// ...critica qualquer coisa que ela faça - tudo que tem o dedo dela é ruim e errado.
// ...desqualifica as referências afetivas dela. Ninguém mais pode ter importância na vida da namorada - nem amigos, nem família.
// ...a xinga de "vagabunda", "imprestável", "retardada"...
// ...promove situações de humilhação - que geralmente têm a ver com o corpo dela - disfarçadas de brincadeira.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Veja 7 coisas que os homens não reparam durante o sexo

BOA TARDE VCS SABIA QUE OS HOMENS NÃO REPARAM TUDO EM NÓS.....

Quilos extras: de acordo com o especialista em sexo, autor do livro Ela Vem em Primeiro Lugar, Ian Kemer, a maioria dos caras não está nem vendo ou pensando em um corpo reto e sem curvas na hora do sexo. Na verdade, eles estão ocupados passando por um mix de sensações hormonais de testosterona, oxitocina e dopamina que aumentam a percepção de sensualidade

 Pequenos defeitos: pode parecer nítido para você no espelho, mas o parceiro não perceberá que o seu seio direito é um pouco maior que o esquerdo, por exemplo. A maioria dos homens está muito animada em se aproximar desta parte do corpo feminina e não se importa se um é um pouco maior que o outro, ainda mais se forem volumosos
 Pele: quem não quer ter uma pele de bebê? O especialista em sexo Darren Michaels, autor de Flipside Erótica, alertou que a corrida na última hora para melhorar a acne ou estrias não vale à pena. O homem estará tão preocupado em ficar com a parceira que não notará esses detalhes

 Suor: embora possa parecer nojento para você, o odor natural do corpo da mulher pode ser um estimulante sexual para os homens. Por isso, Kemer aifmou que se você tomou banho há algumas horas e mesmo assim não pode evitar o suor durante a relação sexual, não se preocupe, o parceiro vai até gostar
 Pelos: não deu tempo de depilar bem as pernas e virilha antes da transa? Não é por isso que o parceiro vai deixar de sentir desejo por você, segundo Kemer

 Cabelo e maquiagem: o parceiro não vai se importar se o seu cabelo está para cima ou para baixo, se seus olhos estão bem delineados e a sombra está combinando com a lingerie. Tenha confiança nos seus atos, aconselhou Kemer, pois a preocupação com coisas como a maquiagem pode cortar todo o clima

 Sua vagina: a maioria dos caras não vai comparar seu órgão sexual com a de parceiras anteriores. No entanto, de acordo com Kegel, se preferir fazer exercícios para tornar o sexo ainda mais prazeroso, não há problema algum


Casais estáveis fazem mais sexo do que 'amigos coloridos'

Os pesquisadores entrevistaram 376 pessoas para descobrir quem estava mais satisfeito sexualmente Foto: Getty Images
Alguns amigos podem defender a ideia de que ter um relacionamento estável não favorece a vida sexual. No entanto, uma nova pesquisa, publicada pelo Journal of Sex Research, concluiu que os os casais em relacionamentos estáveis não apenas fazem mais sexo como também estão mais satisfeitos com a vida sexual e a pessoa com quem estão transando. As informações são do site da revista Men's Health.
Os pesquisadores entrevistaram 376 pessoas, metade delas estavam em um relacionamento estável e a outra metade contava com "amigos coloridos" e sexo casual. As perguntas eram: com que frequência você faz sexo; qual o grau de exclusividade com o seu parceiro; quão satisfeito você está com sua vida sexual, entre outras. E o resultado mostrou que os adeptos do sexo casual apresentaram uma média maior de parceiros sexuais (6,9, comparado a 1,9 do outro grupo), mas aqueles que estavam em um relacionamento estável se mostraram mais satisfeitos.
"Claramente, não existe certo ou errado quando o assunto é o tipo de relacionamento que você tem", disse Justin Lehmiller, psicólogo da Universidade de Harvard e autor do estudo. "Mas os resultados mostram que aqueles que estavam comprometidos em uma relação eram mais felizes e satisfeitos", acrescentou.
Uma das justificativas para que os casais estáveis sejam mais felizes sexualmente é que o maior grau de comprometimento é equivalente a um maior grau de comunicação. Os dados coletados por Lehmiller mostraram que os casais comprometidos são mais abertos um com o outro quando o assunto é sexo, discutindo preferências, necessidades e desejos.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Sexo sem vontade também faz bem?

Transar quando não se está super a fim, vale a pena? Segundo a jornalista Tara Parker-Pope (dona de uma coluna no New York Times) vale sim, senhora! Ela publicou no ano passado “Felizes para Sempre – a ciência de um casamento perfeito!” (editora Universo dos Livros) em que apresenta estudos científicos recentes sobre relacionamentos. Tara é separada e se baseou também no fracasso de seu casamento…
Claro que a proposta dela não é transar quando se está NADA a fim, passando mal, ou muito-muito cansada. O sexo, segundo ela, seria capaz de reaproximar casais em crise. Ironicamente  o que acontece é justamente o contrário, o sexo, geralmente, é o primeiro “item” cortado quando os dois começam a se desentender. A recomendação dela é que os casais façam sexo com frequência, mesmo quando não estão lá muito dispostos, mesmo quando estão “meio de mal”.
O sexo libera o hormônio ocitocina que é responsável por aumentar a ligação afetiva entre as pessoas. Para se ter uma ideia, a maior liberação de ocitocina acontece na hora do parto, para garantir que a mãe se apaixone pelo seu filho e queira protegê-lo. Orgasmo também libera ocitocina, mesmo um abraço apertado ou ficar um tempo olhando para o rosto da pessoa amada também faz este hormônio aumentar.
Para a autora, transando o casal se aproximaria mais e, posteriormente, até conseguiria conversar melhor sobre os problemas. Portanto, para “crises leves”, a pedida é aumentar a dose de sexo. Já crises maiores demandam também (inevitavelmente) muita conversa, né?
O que acham – vale a pena transar quando não se está com vontade?
O sexo realmente pode resolver crises? Ou ele apenas “mascara” a resolução dos problemas?

Sapatos (muito!) eróticos

á viu algum par de sapato eróticos?  Não estou falando de um salto agulha qualquer. Lady Gaga (lógico!) já usou um. O museu do sapato apresenta vários modelos de estilistas famosos. No ano passado a estudante de moda Ligiane Almeida, da faculdade FUMEC,  fez uma coleção inspirada no Kama Sutra para o seu  TCC.

Penis Shoe 
Criado por Vivienne Westwood, em 1995
Sapato Blow em forma de uma boneca inflável
Criado por Kobi Levi, em 2010
Sapato Plug Pump com salto no formato fálico
Criado por Ainsley-t
Fetish Shoe inspirado no design de vibrador Rabbit
Criado por Caro Peirs, em 2012
Witty Titties
souvenir de Amsterdam, preço € 55
Lady Gaga 
Gaga usou essa botinha no programa American Idol
Sapatos criados por  Ligiane Almeida 

Sob medida: empresa inglesa cria 95 tamanhos de camisinha

namorado/peguete diz que a camisinha é apertada/larga/pequena/grande demais? Chega de desculpa! O empresário inglês Joe Nelson criou camisinhas para todos os tipos de pênis. Todos não, mas são 95 modelos. Difícil não encontrar um que cai bem em todo homem, né? No site da marca - chamada TheyFit – dá para descobrir qual o tamanho e largura ideais para ele em uma tabela.
O preço do pacote de seis camisinhas é £ 7 (cerca de R$ 23). Mas, por enquanto, a empresa não entrega no Brasil. Quando for viajar para a Europa este é um bom presente para trazer para o seu namorado… ficante… P. A…


E ai, quais as desculpas você já ouviu para transar sem camisinha? Acreditou nelas?

Homem que é homem... sofre por amor

Um consolo para todas as mulheres que já choraram depois de um pé na bunda, aguentaram um namorado cafajeste ou sofreram por qualquer outro motivo amoroso: não estamos mais sozinhas. A dor de cotovelo chegou com tudo aos corpos (e almas!) dos homens.

 

Homem também sofre por amor
Foto: Reprodução NOVA

Sofrer em silêncio por um amor não correspondido, esperar pacientemente pela indecisão do outro ou querer uma relação por inteiro, mas se contentar com uma pela metade para não ficar sem nada... Essas situações, que já fizeram muita mulher devorar barras e barras de chocolate, passam a fazer cada vez mais parte do universo masculino.

Acostumados a serem os vilões das histórias de amor, causadores das desilusões, eles se transformaram em mocinhos indefesos, que choram e sofrem nas mãos de arrebatadoras de coração.  Desde 2008, tomamos iniciativa em 71,7% das separações no Brasil, segundo o IBGE. Eles agora têm mais motivos do que a gente para passar a noite em frente à TV vendo comédias românticas (ou seriam lutas de MMA?), com um pote de sorvete (ou copo de cerveja) na mão e se debulhando em lágrimas. "Pela primeira vez em minha carreira, tenho mais pacientes homens do que mulheres. Os problemas são sempre os mesmos: relacionamento e falta de comunicação com as parceiras", afirma o terapeuta americano Phil Stutz, autor do livro O Método (Editora Fontanar). Os dilemas nos são bem familiares: caras abandonados sem saber como agir, outros que prometem nunca mais se apaixonar e os conformados com relacionamentos meia-boca.

Mas isso tudo não significa que viramos vilãs-torturadoras-emocionais. Não estamos mais más, apenas exigentes. Sorry, boys, vão ter de se adaptar. E, se tudo der errado, não tenham vergonha de chorar, sofrer, surtar, como Álvaro, Fábio, Thiago, Kléber e Leandro, que abriram aqui o coração partido a NOVA.

O submisso

Álvaro, 24 anos, microempresário, de São Paulo.

"Conheci minha ex pelo Orkut. No começo ela não me dava muita bola, tive de correr atrás por uns dois meses. Após uma semana juntos, ela me avisou que estávamos namorando. Tivemos nossa primeira briga após alguns meses, porque fui assistir a um jogo de futebol no bar com uns amigos. Depois disso, ela começou a ter ataques por ciúme das minhas ex, amigas, até dos meus videogames. Quando era rodízio do meu carro, eu precisava inventar uma desculpa e sair mais cedo do trabalho, porque, se eu demorasse, tinha interrogatório. Ela também me obrigava a compartilhar a senha de todas as redes sociais e fazia uma auditoria diária no meu celular. Se ela estava a fim de ir embora de algum lugar, tínhamos de ir e pronto. Meus amigos diziam que `mulher é assim mesmo¿, mas desconfio que rolavam uns comentários... A minha família falava para eu terminar logo. Uma vez, meus colegas a ouviram gritando pelo celular quando eu estava em um chá de bebê de amigos. Eram 19 horas, a festa estava começando, e ela já estava me ligando. Até 19h30, foram dez telefonemas. Como eu a amava muito, aguentava tudo quieto. Tinha vergonha, mas não conseguia enfrentá-la. Apesar de tudo, foi ela quem decidiu terminar comigo, depois de um ano e meio morando juntos. Saímos de um barzinho e fomos para casa de um amigo, com várias pessoas. Ela chegou de mau humor e foi dormir. Quando acordou, insistiu em ir embora. Achei melhor ir e não falar nada o resto da noite para evitar confusão. No dia seguinte, ela foi embora. Liguei perguntando se não poderíamos conversar e recebi um `não'. Eu queria reatar o namoro. Apesar de tudo o que ela fez, ainda a amo demais."

O esperançoso

Fábio, 29 anos, designer de móveis e interiores, de São Paulo

"Às vezes você conhece uma pessoa pela internet e não dá muita bola. Até que, de repente, começam a conversar todo dia, a qualquer hora. Foi assim que eu me apaixonei. Já a tinha adicionado no Facebook há um ano e, do nada, começamos a nos falar. Ficamos bem amigos. E aí percebi que eu sentia algo mais por ela. Já me declarei e tenho certeza de que ela percebeu meus sentimentos mesmo antes da `confissão¿. Moramos em cidades diferentes, nunca nos encontramos e parece tolice gostar de alguém que você não `conhece¿. Mas a gente sente alguma coisa inexplicável quando encontra uma pessoa especial. Ela não se posicionou sobre o sentimento dela ainda. Mas também não negou que estava a fim. É complicado porque ela gostava de outro cara e ainda não superou... Não paramos com as mensagens. Ao mesmo tempo que tenho de me contentar em tê-la como amiga, também crio esperanças. Para me distrair, leio muito e ouço música. É difícil desabafar, porque as pessoas não acreditam em relacionamento a distância. É ruim esperar por algo que talvez nunca aconteça, mas é pior ainda desistir."

O paciente

Thiago, 26 anos, webdesigner, de Dourados (MS)

"Conheci uma mulher pela internet há um ano e meio. Ela namorava a distância um amigo meu e me adicionou no Facebook. No início deste ano, eles terminaram. Virei seu confidente e amigo. Logo notamos um interesse mútuo. O problema é que ela morava em outra cidade. Marcamos de nos conhecer. Quando nos encontramos, tentei beijá-la e ela virou o rosto. Parei com minhas investidas. A partir daí, foi uma confusão. Primeiro ela se aproximava, depois se afastava. Perguntei o que estava acontecendo e ela falou que não havia esquecido o ex. Decidi me distanciar. Desabafei escrevendo um post no Facebook, o que rendeu um comentário dela: `Odeio homem que faz mimimi¿. Então a bloqueei. Um mês depois, voltei a adicioná-la. Se ela decidisse por mim de vez, eu ainda ficaria com ela."

O amigo apaixonado

Kleber, 32 anos, designer de games, de São Paulo

"Há cerca de cinco anos, eu tinha uma amiga por quem era apaixonado. Quando eu estava criando coragem para me declarar, meu melhor amigo se apaixonou por ela e me contou. Percebi que ela também estava a fim dele, por isso abri mão dos meus sentimentos. Dei o maior apoio. Então meu amigo foi estudar no exterior. E eu passei a frequentar a casa dela . Saíamos juntos, mas em nenhum momento quebrei o `bro code¿. Até hoje eu não revelei o que eu sentia naquela época. Apesar de colocar sempre a amizade dos dois em primeiro lugar, eu me magoava muito vendo os dois juntos. Era difícil. Procurava outras garotas e outros romances. Como eu também não tinha muito sucesso na paquera, o videogame servia como consolo!"

O outro

Leandro, 29 anos, gerente de produto, de São Bernardo do Campo (SP)

"Fiquei com uma mulher em uma festa e me apaixonei na mesma hora. Saímos algumas vezes e, mesmo curtindo, resolvi me afastar, pois ela era muito possessiva e ciumenta. Um mês depois, ela voltou com o ex-namorado. Mas após uns 15 dias, mandou um SMS falando que não parava de pensar no nosso beijo. Acabamos nos encontrando e a paixão voltou à tona. Passamos o dia juntos, jantamos e transamos. E aí as coisas começaram a se complicar. Continuamos nos encontrando por três meses. Eu não gostava de ser `o outro¿. Ela sempre reclamava da falta de sexo na relação dos dois e jurava que havia tentado terminar. Mas o cara descobriu nosso caso e fez a maior chantagem: ameaçou até se matar! A situação toda me incomodava muito, porque eu queria um relacionamento por inteiro e sofria demais tendo apenas metade. Acredite, ela é a melhor mulher do mundo. Mas achei melhor não nos encontrarmos mais. Para evitar mais decepção, decidimos nos separar. Eu voltaria sem pensar duas vezes, se fosse o único homem na vida dela."

Você, ele e o terceiro elemento



Ao contrário do que algumas pessoas imaginam, ser um casal não significa fechar-se em um mundo de dois. Na verdade, esse universo costuma ser muito mais amplo, com muitos corpos celestes sendo afetados pelo campo gravitacional da dupla. Um dos mais importantes é o melhor amigo do cara. Se você e seu namorado são a Terra, quase sempre o camarada inseparável dele é a Lua. E, como tal, este terceiro elemento está constantemente ao redor e exerce enorme influência sobre as marés da sua paixão.
É um cenário que pude observar de ângulos diferentes. Já fui o namorado diplomata que tentava administrar uma velha amizade paralelamente a um relacionamento sério. Também banquei o amigo por quem a garota do camarada fazia questão de manter um pé atrás. E muitas vezes apenas vejo como esta delicada dinâmica funciona com conhecidos meus. Mesmo quando o ambiente é bom, parece que há sempre uma certo conflito no ar.
Um tempo atrás, testemunhei uma garota tendo ciúmes do braço direito do seu amado (com quem até se dava muito bem, aliás). Em um bar, todos bebiam bastante, quando, a moça quis compartilhar um sanduíche com o namorado. Ele não quis, pois não curtia rosbife ou algo do tipo. Logo depois, porém, o rapaz aceitou a proposta de seu melhor amigo para partilhar outro tipo de lanche. Inconformada, ela deixou escapar: “então por que vocês não dividem também a cama hoje à noite?” Apelou para a conotação sexual fora de contexto.
Tenho a impressão que, na cabeça da mulherada, o ideal é que o melhor amigo do namorado esteja também comprometido com outra. Assim, em vez de duas pessoas disputando um cabo-de-guerra pela terceira, serão dois parzinhos jogando uma amistosa partida de tênis em posição de igualdade. Ter um cara solteiro tão perto do seu homem, é visto como ameaça, pois vai lembrá-lo o tempo todo da época em que ele também estava livre e desimpedido. Por isso, ela sempre diz ter uma “amiga perfeita” para apresentar ao “lobo solitário”.
Dentro deste mesmo triângulo, o ciúmes pode vir do sujeito agregado ao casal. Principalmente, se os dois caras eram grandes parceiros de paquera antes do início do namoro de um deles. De repente, esta festiva parceria é interrompida. E a mulher do outro é vista como uma Yoko Ono, afastando John Lennon de Paul McCartney. Seu namorado já recebeu ligações do amigo no meio de um encontro com você, falando de uma festa “imperdível”? Pode ter certeza que o amigo sente falta do sócio de balada. E nada é mais deprimente do que dois homens discutindo relação.
Nesta bizarra novela, não há heróis ou vilões. Nem a namorada monopolizadora, nem o amigo onipresente estão com a razão. Como já vivi esta situação como o namorado disputado, acho importante tentarem encontrar um ponto de harmonia. Afinal, um nunca poderá interpretar o papel do outro (acredite, tem gente que se presta a isso).

É possível ter um orgasmo só com carícias e amassos?

Quando a vida entre os lençóis cai na rotina, lembre quão divertidos - e quentes - os bons e velhos amassos podem ser

Quando a vida entre os lençóis cai na rotina, ou quando ainda está cedo demais para transar, lembre quão divertidos - e quentes - os bons e velhos amassos podem ser
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Atingi o clímax em meio aos amassos com um ex-namorado com quem eu estava considerando reatar. Decidida a não transar - até porque eu queria pensar mais um pouco se o deixaria entrar de novo na minha vida emocional antes de entrar na minha calça -, estipulei uma barreira para o sexo. Bastou um beijo para eu sentir o volume no jeans dele. Foi uma coisa tão boba, tão adolescente, tão diferente do que nós, adultos, fazemos... Até ele continuar se apertando em mim e eu ter um dos melhores orgasmos da minha vida!

Julgando pela minha vivência, orgasmos tendem a ser experiências ligeiramente complicadas. Envolvem muita fantasia e negociações cerebrais complexas até chegar ao grande "oooh". Talvez por isso, esse que eu acabei de descrever tenha vindo de forma mais prazerosa e natural, já que eu estava ali relaxada e entregue ao momento sem nenhuma pretensão.

Minha experiência cai justamente no que é tido como "não sexo", ou sexo sem penetração. Você pode chamar isso de preliminares, mas, acredite, a experiência pode ser surpreendentemente satisfatória para quem já deu adeus à virgindade há décadas.

"O 'não sexo' é uma ótima opção, porque livra as mulheres da cobrança de que elas têm de chegar ao orgasmo", afirma o educador sexual Jamye Waxman, coautor de Hot Sex: Over 200 Things You Can Try Tonight! (inédito no Brasil). "Assim fica mais fácil focar a atenção no próprio corpo, curtir cada sensação."

O sexo sem penetração ainda ajuda a sacudir a rotina dos casais de longa data. "Prolongar o período de espera investindo em carícias renova o vínculo do casal e provoca fantasias", diz Amaury Mendes Júnior, ginecologista especialista em terapia sexual e consultor de Women's Health. Isso sem contar que estimula a sedução e faz com que as duas partes revivam as emoções do início da relação.

A experiência pode ser surpreendentemente satisfatória para quem já deu adeus à virgindade há décadas.
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Dicas de como tirar proveito do "não sexo"
 

Saia do quarto

Vocês não precisam estar entre quatro paredes para suspirar de prazer. Esfregue-se em seu parceiro - com discrição - em qualquer situação que lhe dê vontade. Aproveite para ficar de costas para ele em algum momento (ou de conchinha, no caso do sofá) e então passe uma mão por trás de seu corpo em direção ao zíper da calça dele. "Se aguentarem segurar a onda para continuar só no esfrega-esfrega, vão acumular uma quantidade de energia e de tesão que vocês mal lembravam que existia", diz Waxman. Só evite a tentação de continuar no lugar de praxe. "Eu recomendo que a diversão aconteça em qualquer móvel, desde que não seja na cama", completa o autor. Experimente a mesa de jantar, a parede do quarto, o chão...

Vestida para matar

Como você vai estar de roupa - pelo menos no começo -, invista em tecidos que gerem um contato agradável com a pele, como cetim, seda e algodão. Este último, por exemplo, é melhor do que a lã, assim como calças de tecido mais leve no lugar do jeans, que pode machucar. Mas isso não significa que você precise mudar o figurino como uma cantora pop durante o show para curtir o momento.

Respire fundo

A maneira como vocês se tocam também pode ser mais interessante se os dois mantiverem o propósito de não chegar aos finalmentes. Se a intenção é inovar, saiba que até mesmo o jeito como você inspira e expira o ar pode ser usado a favor. "Alterne respirações quentes e frias sobre a cueca do seu parceiro", sugere Barbara Carrellas, autora de Ecstasy Is Necessary e de Urban Tantra (ambos inéditos no Brasil). "Para fazer a respiração quente, deixe a boca aberta próxima ao tecido e então solte o ar; já na fria, mantenha os lábios mais longe e assopre como se estivesse tentando apagar uma vela." Peça para ele fazer o mesmo em você e alternem respirações intensas e suaves.

Expressão corporal

Para completar, relembre as sensações despertadas em cada pedacinho de pele. Se você quer que ele percorra outras partes do seu corpo, sugira carícias na barriga ou na parte inferior de suas costas, logo acima do bumbum - arrepios garantidos. Por fim, sejamos sinceras: a probabilidade de todo esse estímulo do "não sexo" terminar em "siiim, sexo" é das maiores, o que a gente sabe que não deixa de ser ótimo! Afinal, somos todas adultas aqui.


Deixe o "não sexo" mais intenso


Seja clara
Perguntas confiantes são afrodisíacas e demonstram o que você gosta. Tente: "Você adora olhar para mim e ver a reação do meu corpo enquanto me toca aí, não é?"

Provoque
"Apalpe cada centímetro do corpo dele, com exceção do pênis. Ao menos até ele chegar ao ponto de implorar para que você o inclua na brincadeira", diz Barbara Carrellas.

Boca a boca
Experimente dar leves mordidinhas nos lábios de seu parceiro. Puxá-lo pela camiseta com os dentes e percorrer o interior das coxas com a língua também o levarão à loucura.

 

Projeto verão tesão - Entre em forma fazendo muito sexo

Atenção: ler esta reportagem pode deixar seu abdômen durinho, suas pernas tonificadas... e seu orgasmo mais prazeroso!

Malhar sem diversão não tem nada a ver com a mulher de hOJE . Por isso, fomos atrás de técnicas inovadoras para você entrar no biquíni branco... E descobrimos um jeito ainda mais prazeroso para fazê-la chegar lá: o guia "Marathon Sex: Incredible Lovemaking Experiences Hotter and Longer Than You"ve Ever Done It Before" (inédito no Brasil).

A ideia é transformar seu quarto numa sala de ginástica - e o gato em personal trainer! E o melhor é que você não vai precisar de aparelhos - apenas da sua cama, do chão, da parede...

Depois dessa, você pode até cancelar o plano da academia, vai!

 

Bumbum e coxa // Para ela

Os benefícios de ter o bumbum e as coxas firmes e tonificadas vão muito além do sucesso que você vai fazer na praia. Trabalhe os músculos com estes exercícios e arrase entre quatro paredes - aqui, você também vai passar calor...

Faça com que o gato deite de costas no chão enquanto você se encaixa sobre ele. Peça para ele levantar os braços na sua direção e apoie-se nas mãos dele para não perder o equilíbrio. Enquanto isso, mantenha a sola dos pés no chão, com os dedos apontados para a cabeça dele. Pronto, agora é só começar a suar! Para tonificar os glúteos, apoie a maior parte do peso nos calcanhares (isso funciona como um agachamento). Para trabalhar ainda mais a perna e o bumbum, a penetração deve ser lenta. Experimente se apoiar no corpo dele e brincar de entrar e sair. Para deixar a penetração mais profunda, incline a pélvis para trás e repita o movimento dez vezes. Coloque, então, todo o seu peso na ponta dos pés, o que vai forçar os seus quadríceps. Quantas repetições até você chegar lá? Quantas precisar!

Bumbum e coxa // Para ele

Peça a ela que fique de pé com as costas contra a parede e as pernas afastadas, na altura ideal para uma penetração mais gostosa. Para aumentar a profundidade, pegue uma das pernas dela e coloque em volta da sua cintura. Fique de frente para ela e, com as pernas afastadas na linha dos ombros, apoie uma mão na parede para se equilibrar e a outra na cintura dela. Deslize seu corpo para baixo até que suas coxas fiquem a 90 graus do chão (esse exercício funciona como um agachamento!), então levante e repita o movimento. Cada vez que se levantar e retornar à posição inicial, coloque o pênis na vagina dela com vontade.

 

 

 

 

 

Bumbum e coxa // Para os dois

Ele - Deite de costas com os braços esticados ao lado do corpo e as pernas dobradas (a ponta dos dedos da mão deve quase alcançar os calcanhares). Levante o bumbum, contraia as nádegas e segure na posição. Mantenha o peso nos pés e na parte superior das costas. Deixe a cabeça e o pescoço esticados.

Ela - Aproveite a posição do gato e, em pé, coloque as pernas ao redor dele, como se fosse sentar sobre os quadris dele. Os joelhos devem estar alinhados com seus calcanhares. Devagar, agache para que ele a penetre. Como seu namorado está sem o movimento das mãos ou das pernas, talvez você tenha que guiar o pênis para dentro da vagina. Repita esse movimento de sobe e desce pelo tempo que ele aguentar - e você conseguir se controlar, é claro!












Peito e braço // Para ela

Quem estiver por cima precisa conseguir manter o corpo sobre o outro sem encostar! Dica: a posição deixa seus seios bonitos!

Por cima dele, fique na posição prancha com as pernas abertas e com os dedos dos pés e a palma das mãos apoiados no solo. Para sentir mais prazer e trabalhar o corpo, o bumbum e as costas devem estar retos. Fique parada sobre ele enquanto o gato aprecia a vista (capriche na lingerie sexy!) e lambe seus mamilos ou massageia seu clitóris. Deixe que ele a penetre enquanto mexe seu corpo para a frente e para trás. Contraia os músculos do peitoral e das costas, flexionando os braços para aproveitar a brincadeira. Se estiver difícil, apoie os joelhos ou descanse o peso no antebraço.

 

 

 

 

 

Peito e braço // Para ele

Deite sobre a parceira na posição prancha, com as pernas e os pés apoiados ao lado do corpo dela. Estique seu torso até que os ombros estejam à frente da linha dos pulsos. Abaixe o tronco e, quando seu rosto estiver bem pertinho do dela e os cotovelos dobrados, volte a levantar o peitoral. Desça os quadris e mexa para cima e para baixo. Repita o movimento de entra e sai e volte à posição inicial.














Lombar // Para os dois

*Você vai precisar de uma fitball

Para os dois brincarem, vocês terão que revezar. Apoie a lombar na bola e dobre as pernas. Coloque suas
mãos atrás da cabeça e levante as costas (sem desencostar a lombar da fitball), até sentir o abdômen se contrair. Volte à posição inicial.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Orgasmo: dossiê completo do prazer

Como ter orgasmo sempre
Descubra quais os inimigos do orgasmo e os parceiros que te ajudam a chegar lá
Foto: Getty Images
Qual vilão impede você de ir às nuvens?
Qualquer coisa que sirva de obstáculo entre seu corpo e um nível de excitação elevado pode mandar o orgasmo para o espaço. Os estraga prazeres vão desde problemas do dia a dia até brigas mal resolvidas com o namorado. Segundo os pesquisadores, enquanto 75% dos homens experimentam orgasmo regularmente durante o sexo, apenas 29% das mulheres chegam lá.
Algum desses “inimigos” abaixo é familiar a você?
Falta de tempo para pensar em sexo.
Energia focada em um único objetivo (a ansiedade de ter um orgasmo acaba atrapalhando).
Necessidade exagerada de manter as emoções sob controle.
Preliminares insuficientes.
Falta de comunicação na cama sobre necessidades e desejos.
Sentimento de culpa por se divertir na horizontal.
Algum tipo de abuso sexual sofrido no passado.
Uso de certos medicamentos por períodos prolongados (como antidepressivos).
Stress, raiva ou ressentimento.
Vida entediante.
Dor durante a relação.
Preocupação apenas com o prazer do parceiro.
Desconhecimento do próprio corpo ou de técnicas sexuais (isso inclui a crença de que só dá para ter um orgasmo com penetração).
O truque da toalha macia
A textura rugosa convida ao pecado. Então, envolva os dedos dele (ou os seus) para acariciar o seu corpo: grandes lábios, clitóris... Ou cubra a cama e o travesseiro e mantenha um contato constante (e excitante) com o tecido.
Clitoriano, o mais democrático
Esse é mesmo o mais básico de todos os orgasmos — e também o mais fácil de alcançar, afirmam os especialistas. Isso porque qualquer método que estimule o clitóris é capaz de provocar uma sensação incandescente.
Como ter o seu - O segredo está em manter o ritmo. Comece por acariciar as áreas próximas em vez de ir direto ao ponto. Assim, construirá a sensação aos poucos.
Ponto G, o milagroso
Estimular essa pequena área localizada na parte anterior da vagina (onde o tecido é mais rugoso e saliente) pode levar todo o seu corpo ao êxtase, e não apenas os músculos lá de baixo. E, mesmo que você não atinja o clímax, a sensação é tão boa que vale a pena experimentar.
Como ter o seu - Qualquer coisa que estimule essa área funciona como gatilho. Sex shops oferecem acessórios para atingir o ponto G (como vibradores com a curvatura ideal), mas seu homem pode usar o próprio dedo. Durante a penetração, experimente mudar o ângulo para que o pênis atinja o lugar certo.
Vaginal, o profundo
O melhor a fazer é deixar que as gostosas sensações clitorianas invadam também a vagina para uma explosão total.
Como ter o seu - Atrase ao máximo o clímax clitoriano a fim de torná-lo mais longo e melhor. Ou seja: não corra direto para o prêmio principal, mas tente se excitar ao máximo. Se preciso, mude de posição ou diminua o ritmo da estimulação. Repita a estratégia quantas vezes puder e observe o resultado.
Ponto A!
Descoberto nos anos 90 por um pesquisador da Malásia, o ponto A localiza-se um pouco acima do ponto G, também na parede frontal da vagina e quase em frente ao colo do útero.
Como ter o seu - O ponto A é menos rugoso do que o ponto G e a técnica da exploração manual costuma ser a ideal. Primeiro, localize o seu colo do útero. Então, toque a região de frente para ele. Aperte e acaricie o lugar para estimulá-lo e sensibilizá-lo. Experimente uma posição que permita uma penetração profunda (como a do cachorrinho) para que o pênis do seu namorado toque bem ali.
Ciência, tecnologia e muito prazer
Já ouviu falar no Orgasmatron? Esse é o nome de um equipamento criado pelo anestesiologista americano Stuart Meloy. Ele chegou à invenção por acaso: durante uma cirurgia para aliviar dores nas pernas de uma paciente, o médico implantou dois eletrodos perto das terminações nervosas da coluna. Resultado: um orgasmo instantâneo. O custo da operação é salgado: 17 mil dólares. Por um preço bem mais em conta, a pesquisadora energética Noga Lubicz-Sklar, do Rio de Janeiro, inventou o Orgasmax, uma tornozeleira que estimula magneticamente o ponto chinês da acupuntura conhecido por San Yin Jiao. O ímã deve ser fixado quatro dedos acima do ossinho proeminente na face interna do tornozelo. Já o Slightest Touch (www.slightesttouch.com) é um aparato capaz de estimular as terminações nervosas que correm das pernas em direção à pélvis por meio de pulsos elétricos. A eletricidade é conduzida por patches adesivos ligados a fios conectados a um aparelhinho do tamanho de um walkman. E tem mais: milhares de sul-africanas se ofereceram para testar o At Last, um gel que esquenta o clitóris por meio da vasodilatação e aumenta a sensibilidade local, desenvolvido pela ginecologista Dorraine Becker, de Johannesburgo, na África do Sul.
SEGREDOS DE 4 LEITORAS ORGÁSTICAS
Bendito número 8
"Sentei por cima do meu namorado com as pernas grudadas em seus quadris e deixei o clitóris tocar o púbis dele bem de leve. Cavalguei sobre ele, depois me mexi como se escrevesse o número 8. A haste do pênis dele tocava meu ponto G. Parecia até que ele estava se movendo também!". - Eva
O V da vitória
"Só conheci o verdadeiro êxtase quando meu namorado e eu inventamos um jeito diferente de fazer amor. Ele me penetrou na posição papai-e-mamãe, então dobrei os joelhos sobre meu peito e abri as pernas. Enquanto o osso púbico dele tocava minha vagina e o clitóris, o pênis trabalhava o ponto G". - Valéria
Oral é legal
"Finalmente tive um orgasmo quando deixei meu amor me presentear com sexo oral sem pressa. Ele usou os lábios e a língua primeiro em círculos nos pequenos e grandes lábios, depois se fixou no meu clitóris. Quando me viu pra lá de excitada, introduziu dois dedos na minha vagina e, ao mesmo tempo, sugou o clitóris. Uau!". - Rosana
Polegar poderoso
"Estava sentada em cima do meu namorado e usei seu dedo polegar para estimular o clitóris. Afastei um pouco minhas pernas dos quadris dele e senti o interior da minha vagina relaxar. Mas, quanto mais forte o polegar dele me pressionava, mais para perto as minhas coxas se moviam. Passei a mexer os quadris e uma onda de prazer me invadiu". - Kátia