Vinte endereços atraem casais em busca de clima intimista
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Anexo SB: integrada ao ambiente principal do Boteco São Bento (Foto: Mario Rodrigues )
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Anexo SB:
o Boteco São Bento do Itaim transformou parte de seu salão neste bar,
focado em coquetéis. O espaço, porém, está longe de ser um autêntico
speakeasy (um bar escondido dentro de outro) — optou-se por deixar os
ambientes integrados. Sua carta de drinques ganhou recentemente catorze
novas sugestões, entre elas o refrescante corleone, mix de gim, casca de
laranja e pepino.
Barbolla:
de decoração praiana, seus recortados ambientes de iluminação difusa
oferecem cantinhos especiais para os namoricos. Diariamente, músicos ao
violão embalam a noite com MPB. A oferta de bebidas inclui quase setenta
rótulos de vinho, entre eles o tinto australiano Moore’s Creek Shiraz
2009.Quem quiser levar a própria garrafa pagará taxa de rolha.
Casa de Maria Madalena:
o bar investe na temática canina, presente em painéis expostos nas
paredes. Uma área externa decorada com móveis de segunda mão atrai uma
turma sem frescura, formada na maioria por jovens artistas e
universitários na faixa dos 20 anos. No cardápio do chef Fábio Vieira se
encontram tapas feitas com ingredientes brasileiros. O saboroso pincho
de rúcula selvagem, shimeji e queijo manteiga vem envolto em massa de
tapioca. É bom parceiro para as cervejas Original e Serramalte.
Ciao! Vino & Birra:
sua ambientação imita a de uma trattoria italiana,com garrafas
penduradas no teto e lousas que informam as novidades do cardápio. Antes
mais focada nos vinhos, a casa reforçou consideravelmente suas
sugestões de cerveja. A oferta subiu para 86 rótulos, a exemplo da boa
americana Samuel Adams Boston Lager. Aparecem na seleção etílica alguns
rótulos artesanais difíceis de encontrar na cidade, como as saborosas
cervejas da nanocervejaria paulistana Urbana, no bairro do Jabaquara,
que faz a belgian strong ale Gordelícia.
D'Artur:
antes instalado na Rua Artur de Azevedo, em Pinheiros, ressurgiu na
Vila Madalena — maior, mais charmoso e bem localizado. Manteve-se a
decoração com jeito de casa, com móveis e objetos antigos e, nas
paredes, pôsteres de cinema e de peças de teatro. Às sextas e aos
sábados, as atenções se voltam para o andar superior, onde músicos
interpretam jazz, blues, bossa nova e MPB. Nesse piso, há ainda um
delicioso terraço ao ar livre para dezoito pessoas.
Divine Wine Bar:
bicampeã da categoria para ir a dois no especial “Comer & Beber”, a
casa oferece tudo o que os namorados procuram. Intimista, está
instalada num imóvel subterrâneo. Também dispõe de pequenas mesas e
confortáveis sofás, perfeitos para um bate-papo reservado. A 2 metros do
piso, a bela adega para 400 garrafas guarda 160 rótulos. Em taça, são
vinte sugestões, entre elas o sul africano Simonsig Pinotage 2007. Para
acompanhar, peça a polentinha cremosa d’agneau, coberta por um rico ragu
de cordeiro com toque de ameixa-preta e especiarias.
Dita Cabrita:
faz do ambiente aprazível seu chamariz. Quase todo ao ar livre, tem
clima que lembra o espírito dos lugares de Paraty (RJ) e mesas sob
jabuticabeiras e outras árvores frutíferas. Da cozinha, prove o tentador
bolinho chamado dita cabrita, com massa de polenta e recheio de cabrito
desfiado. Para bebericar, peça o bom chope catarinense Eisenbahn (claro
e de trigo).
Donostia:
a casa se propõe uma autêntica taberna basca. Como manda a tradição
neste tipo de lugar, os pinchos (tiragostos espetados no palito) ficam
prontos sobre o balcão e levam a assinatura do chef Bruno Cabral. Entre
as rotativas opções aparece o de polvo mais batata com páprica picante.
Para bebericar, há boas cervejas da espanhola Estrella Damm, a exemplo
da Weiss (de trigo) e da intensa Voll-Damm Doble Malta, esta com 7,2% de
álcool.
Drosophyla:
moderninho, tem como principal chamariz a amalucada decoração,
concebida pela proprietária mineira Lilian Varella. Com um pé no
bizarro, mistura cabeças de bichos empalhadas e cachos de uva de
plástico com luzinhas pisca-pisca dentro. Antes de atacar as cervejas
(Heineken e Stella Artois), prove o penne oriental, com frango,
gergelim, abobrinha, gengibre e shoyu.
Emiglia: turmas e casais ocupam a varanda junto da calçada e o charmoso salão. Vinte pizzas de massa fina e crocante figuram no menu. A combinação de queijos mussarela e brie, geleia de pimenta e filetes de manga apresenta um interessante contraste de salgado, doce e picante. Na hora de beber, prefira partilhar uma garrafa de vinho. Uma das sugestões é o chileno Casas del Toqui Reserva Pinot Noir 2011.
La Madrileña:
tem fachada discreta, poucos lugares e os próprios donos como
anfitriões. Nos fundos, a clientela se espalha por um agradável jardim
com seis privilegiadas mesinhas redondas. Restrita a dezenove rótulos, a
carta inclui o rosé Sangre de Toro 2011, da Catalunha. Entre as
sugestões de tapas figura a tortilha de batata e cebola.
La Tapa!:
cantinho hispânico no Tatuapé, tem ambiente concebido na cor vermelha.
Petiscos típicos figuram no cardápio, entre eles o pão com tomate e
queijo manchego e tortilla de batata, ovo e cebola. Na seção de bebidas,
destacam-se quatro tipos de sangria, uma delas feita com a aguardente
Busca Vida.
La Petite - Mercearia do Francês:
a filial de Perdizes do restaurante Mercearia do Francês transformou-se
em fevereiro de 2012 neste bar, que dispõe de uma convidativa varandona
de esquina. Com a mudança, chegaram outros petiscos e drinques ao
cardápio. Na hora de beliscar, prove a verrine de polvo, servida num
pote de vidro. Traz macios pedaços do molusco mergulhados num molho de
tomate, ervas, vinho branco e alho. As sugestões para beber incluem
chope e drinques, a exemplo da refrescante sangria de espumante rosé em
taça.
Madeleine:
no ambiente de estilo rústico-chique, todo à meia-luz, apresentam-se
competentes formações, como o trio Hammond Grooves (às quintas), do
guitarrista Daniel Daibem; e o divertido quarteto GroofBoogaloo (às
sextas). Reforçada, a carta de vinhos soma 101 rótulos, caso do
espumante Madeleine Brut, elaborado com exclusividade para a casa pela
gaúcha Pizzato. Alguns petiscos são preparados no forno a lenha, a
exemplo dos pastelinhos— pastéis de massa de pizza que podem ganhar
recheios como queijo meia cura, tomate e manjericão e carne temperada
com especiarias.
Papillon de Nuit:
a ambientação dos recortados espaços faz o estilo francês moderninho.
Mais sossegada no começo da semana (legal para ir a dois, portanto), a
casa costuma ficar agitada às sextas e aos sábados. O enxuto menu inclui
as samosas — pasteizinhos assados de massa fina recheados de creme de
batata temperado com curry e cardamomo. Se o propósito for jantar,
aposte no filé de saint-peter com um toque de laranja acompanhado de
arroz negro e saladinha. Tem disponível doze rótulos de vinho, entre
eles o tinto italiano Villa Fabrizia Chianti 2007.
Piratininga:
compõem sua atmosfera romântica a iluminação difusa, a decoração que
evoca uma São Paulo do passado e a música ao vivo (MPB, bossa nova e
jazz). Na hora de beber, recorra às boas caipirinhas do barman
Passarinho, entre elas a de tangerina com lima-da-pérsia. Da cozinha,
prove as coxinhas de frango com um toque de catupiry.
Rubi Wine Bar:
tijolos aparentes, mesas de madeira de demolição, luminárias feitas de
garrafas de vidro compõem a atmosfera informal da casa, gostosa para ir a
dois. Entre os setenta rótulos figuram o argentino Família Gascón
Malbec 2011 e o chileno Santa Rita Gran Hacienda Carménère 2011. Da
cozinha, sobressaem o steak tartare com toque picante servido na colher e
as bruschettas. Confira a combinação de salmão, cream cheese e dill.
Sacra Rolha:
sua atmosfera contrasta com a dos agitados bares da vizinha Rua Joaquim
Távora. Possui velas nas mesas e uma charmosa varanda na entrada, que
caem bem para quem procura sossego para um bate-papo a dois. A carta de
bebidas dá ênfase aos espumantes e aos vinhos. Entre borbulhas
engarrafadas, figuram o nacional Casa Valduga Arte Brut, o cava
Freixenet Cordón Negro e o Prosecco di Valdobbiadene Anella Andreani. Um
tinto interessante do cardápio é o argentino Trapiche Broquel Pinot
Noir 2010. Para acompanhar, escolha a fondue de queijo.
Torero Valese:
comandado pelo chef Juliano Valese, o bar-restaurante serve receitas
espanholas, como a paella de frutos do mar. Outra boa pedida é o tenro
polvo à galega, temperado com páprica. Assinada por Helena Mattar,
sommelière do restaurante Vito, a nova carta de vinhos da casa reúne 57
rótulos, 33 deles espanhóis. Um exemplo: o tempranillo Disco 2009, da
Bodegas Neo.
Tutto Italiano Bar & Cucina:
possui uma divisão clara de ambientes. Logo na entrada fica o bar, com
visual e trilha sonora transados e cardápio independente, focado em
coquetelaria. Num outro salão, funciona o restaurante. Do balcão saem
drinques de origem italiana: a versão do milanês negroni sbagliato, por
exemplo, leva um mix dos aperitivos Campari e Aperol, vermute tinto e
prosecco.
Barbolla, no Morumbi: iluminação difusa e múltiplos ambientes
(Foto: Divulgação)
Casa de Maria Madalena: cozinha de inspiração espanhola
(Foto:
Mario Rodrigues
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O simpático terraço do Ciao!: o ponto mais disputado do lugar
(Foto: Fernando Moraes)
O ambiente do piso superior, com o palquinho ao fundo: no D'Artur
(Foto: Fernando Moraes)
Divine Wine Bar, nos Jardins: pé-direito de 5 metros
(Foto: Cida Souza)
Dita Cabrita, na Pompeia: luminárias em estilo asiático
(Foto: Raul Zito)
Clima espanhol: aos cuidados do chef Bruno Cabral
(Foto: Raul Zito)
Drosophyla: decoração kitsch-moderninha
(Foto: Fernando Moraes)
Emiglia: turmas e casais ocupam a varanda junto da calçada e o charmoso salão. Vinte pizzas de massa fina e crocante figuram no menu. A combinação de queijos mussarela e brie, geleia de pimenta e filetes de manga apresenta um interessante contraste de salgado, doce e picante. Na hora de beber, prefira partilhar uma garrafa de vinho. Uma das sugestões é o chileno Casas del Toqui Reserva Pinot Noir 2011.
Jardim escondido do La Madrileña: ambiente discreto
(Foto: Fernando Moraes)
O salão do La Tapa!: objetos trazidos de Madri decoram o ambiente
(Foto: Fernando Moraes)
A espaçosa varanda de esquina do La Petite: clima informal
(Foto: Mario Rodrigues)
Madeleine: espaço com 440 garrafas de vinho
(Foto: Fernando Moraes)
Um dos salões do Papillon de Nuit: luz baixa
(Foto: Mario Rodrigues)
Bar Piratininga: indicado para casais
(Foto: Mario Rodrigues)
Mesas de madeira rústica e luminárias feitas de garrafas: no Rubi Wine Bar
(Foto: Fernando Moraes)
O salão com mesas iluminadas por velas do Sacra Rolha: ambiente charmoso
(Foto: Mario Rodrigues)
Vieiras do Torero Valese: receita do chef Juliano Valese
(Foto: Divulgação)
Tutto Italiano: à meia-luz
(Foto:
Mario Rodrigues
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